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terça-feira, 3 de outubro de 2017

Outubro Rosa tem barco chinês para reabilitação de pacientes de São Paulo com câncer de mama
Outubro começou dando um toque cor-de-rosa às águas da Raia Olímpica da Universidade de São Paulo (USP), palco da apresentação e do batismo da embarcação “Dragão Rosa” para competições de remo, nesta terça-feira, 03 de outubro. Outubro rosa, em alerta mundial à prevenção do câncer de mama, trouxe o barco que será incorporado à reabilitação das mulheres que fizeram tratamento contra o câncer de mama no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), unidade do Complexo do Hospital das Clínicas, ligado à, à Faculdade de Medicina da USP e à Rede de Reabilitação Lucy Montoro, ação das Secretarias de Estado da Saúde e dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.


Pacientes do Icesp remam e se reabiltiam do câncer de mama
 
Marcaram presença o Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella; os Secretários de Estado da Saúde e do Esporte, David Uip e Paulo Gustavo Maiurino; o Diretor do Icesp, Paulo Hoff; a Deputada Estadual, Célia Leão; entre outras autoridades. O barco veio da China para integrar o Programa Remama, iniciativa que desde 2013 vem minimizando a reincidência da doença em virtude do aumento da resistência física e melhora do sistema imunológico. Também procura resgatar a qualidade de vida dessas mulheres, estimulando a interação social e elevando sua autoestima.
 
Alckmin, que também é médico, reiterou que “o remo melhora a musculatura da perna, do abdômen, peitoral e braço, promovendo saúde e melhora do aspecto imunológico. É um aliado extraordinário na recuperação e combate ao câncer de mama”, afirmou o governador, acrescentando que o câncer é uma doença curável, desde que diagnosticada e tratada adequadamente”.


Governador Geraldo Alckmin ao microfone
 
A Secretária Dra. Linamara, também médica, professora de Medicina da USP,  ressaltou a importância do Icesp na vida das pessoas com câncer. “O Instituto trouxe não só competência, mas muito humanismo para o tratamento do câncer. No Estado de São Paulo, a saúde é comemorada para que as pessoas possam usufruir da qualidade de vida". Ainda sobre o Icesp, ela destacou que é modelo também em reabilitação. “E quando a gente fala em reabilitação de câncer, nós vamos lembrar da iniciativa que nasceu nos Estados Unidos e que hoje toma conta do mundo inteiro, porque não é possível falar em câncer sem falar de reabilitação”.
 
Dra. Linamara também citou a importância de adicionar o esporte na reabilitação, mas também na prevenção do câncer de mama, para que não haja recorrência nas mesmas pacientes. “Essas mulheres são campeãs na superação, na crença de que é possível chegar mais longe e agora remando! Portanto, é uma alegria estarmos juntos, saúde, esporte e pessoas com deficiência”. Com a prática do esporte, a reincidência da doença é minimizada em virtude do aumento da resistência física, que influencia na melhora do sistema imunológico para trabalhar no combate ao desenvolvimento de doenças.


Dra. Linamara Rizzo Battistella, ao microfone
 
A aquisição do Barco Dragão foi patrocinada pela Associação para a Educação, Esporte, Cultura e Profissionalização da Divisão de Reabilitação do Hospital das Clínicas (AEDREHC), e possibilitará o aumento no número de vagas do programa que faz do remo um aliado na reabilitação de mulheres que passaram pelo tratamento oncológico.
 
Realizado pela Rede de Reabilitação Lucy Montoro, ação da Secretaria, e pelo Icesp, o Programa Remama atende a pacientes que passaram por cirurgia de remoção da mama ou sessões de quimioterapia. Oferece treinamento com exercícios de remada, em equipamentos dentro do Centro de Reabilitação do Icesp e, em seguida, a prática do esporte, ao ar livre, na Raia Olímpica de Remo da USP, sempre monitoradas por profissionais de Educação Física. Conta, ainda, com a parceria do Centro de Práticas Esportivas da USP (Cepeusp).


Barco Dragão Rosa contribui para reabilitação das pacientes com cãncer de mama

A equipe de remadoras, que autodenominam-se “Remama Dragão Rosa”, em breve participará de competições importantes.  Além disso, é uma das duas equipes brasileiras inscritas no International Breast Cancer Paddlers Commission (IBCPC). A novidade está relacionada à Iniciativa Global de Reabilitação em Câncer, uma iniciativa da Secretaria, com o apoio do Nacional Institutes of Health (NIH) e em parceria com a Sociedade Internacional de Medicina Física e a Reabilitação (ISPRM) e a Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (AMBFR).

Originada nos Estados Unidos, a iniciativa de adicionar o esporte à reabilitação é liderada pelo NIH e visa fortalecer a ação junto a médicos, terapeutas e pacientes ao influenciar na análise da capacidade funcional e melhoria da qualidade de vida, por meio do desenvolvimento e da implementação de estratégias de reabilitação eficazes.


Mulheres dentro do barco Dragão Rosa remam acompanhadas por monitor dentro da raia da USP
 
Ao final do evento, balões cor de rosa enfeitaram o céu da Raia Olímpica da USP enquanto a equipe remava com suas camisetas cor de rosa e entusiasmo ímpar, dando boas-vindas ao novo mês - Outubro Rosa - e trazendo boas energias nesse período dedicado à prevenção do câncer de mama.
 
 
#ÉPraFrenteQueSeRema
 
Foi lançada na manhã de terça, 03, durante a apresentação do Barco Dragão a hashtag #ÉPraFrenteQueSeRema para levantar a bandeira da atividade física na prevenção do câncer de mama, no movimento Outubro Rosa, mês de conscientização sobre a doença.
 
“Outubro é um mês dedicado a prevenção e ao tratamento do câncer de mama, que é o que mais preocupa as mulheres”, disse o governador. A ideia é incentivar a população a usar a hashtag da campanha quando publicarem fotos de como fazem para “remar” e levar a vida para frente, seja na prática de atividades físicas, na escolha de um prato saudável ou em momentos que trazem, de alguma forma, satisfação e saúde.
 
Uma árvore de madeira exposta na Raia Olímpica da USP recebeu várias mensagens de superação, das remadoras, em formato de barquinhos, afixadas com lacinhos cor-de-rosa, direcionadas às pacientes do Instituto do Câncer. Durante outubro, a árvore será levada para vários setores do Icesp, com o intuito de que todas as pacientes possam colher suas mensagens e deixar outras no lugar, numa corrente de incentivos contra a doença.
 
Dra. Linamara também deixou sua mensagem: “Parabéns ao projeto Remama. Que esse barco navegue por águas nunca antes navegadas e que traga muitas medalhas para que cada brasileiro possa entender o valor da vida”.
 
Câncer de mama
O câncer de mama é o segundo tipo de tumor mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, após o câncer de pele. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) divulgou estudo com dados de 2014 no qual constam mais de 57 mil casos de câncer de mama no Brasil.

Geralmente afeta as mulheres acima dos 35 anos e os principais fatores de risco são: mulher que teve a menstruação precocemente; primeira gravidez após os 30 anos; não ter filhos e menopausa depois dos 50 anos, considerada tardia. O histórico familiar é também um dos principais fatores de risco, principalmente se um ou mais parentes de primeiro grau, como mãe e irmã, tiveram a doença antes dos 50 anos.

O câncer de mama atinge com maior frequência pessoas do sexo feminino, mas pode também afetar homens. Entre os principais sintomas destacam-se: nódulos palpáveis na mama ou região das axilas; alterações na pele que recobre o local do nódulo; região da mama com aspecto parecido a uma casca de laranja. Quanto mais cedo for diagnosticado maiores as chances de cura para o câncer de mama.

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