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Cartilha sobre teletrabalho da Secretaria e SOBRATT foi apresentada em evento na capital paulista

Evento no Auditório da Fundação Instituto de Administração reuniu porta-vozes da inclusão no trabalho, incluindo o secretário Marcos da Costa

março - 2024
fotografia colorida de autoridades durante evento, são três homens e três mulheres

Reprodução: FIA

A 1ª Cartilha sobre Teletrabalho para Pessoas com Deficiência e Pessoas Neurodivergentes, elaborada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) em parceria com a Sociedade Brasileira de Teletrabalho (SOBRATT), foi ao público nesta quinta-feira (21), em evento presencial na capital paulista, com a participação do secretário de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Marcos da Costa. Participaram também o presidente da SOBRATT, Célio Neto; do diretor e coordenador do projeto da SOBRATT, Luis Otávio Camargo; entre outras autoridades especialistas no tema.

Para o secretário Marcos da Costa, a cartilha é uma ferramenta fundamental para as empresas cultivarem um ambiente de trabalho inclusivo. “Este guia consolida os pilares de uma sociedade verdadeiramente inclusiva, garantindo a todos o direito de contribuir e crescer profissionalmente, sem distinção de habilidades ou características. A cartilha, ao mesmo tempo em que esclarece dúvidas sobre o teletrabalho, alerta para que não seja utilizada política capacitista ou segregadora e, ao revés, pode ser utilizada para fomentar a inclusão organizacional”, enfatiza.

Também participaram do evento a consultora Jorgete Lemos, o especialista Marcelo Pires e a jornalista e influenciadora Heloísa Rocha, com mediação da professora Dra. Tania Casado. “A parceria entre o Estado e a sociedade civil reforça a construção de um Brasil mais justo, onde todos possam aspirar a trabalho digno, melhores condições de vida e carreiras desafiadoras”, destacou a mediadora do evento.

O documento apresenta recursos essenciais destinados a empregadores, pessoas com deficiência, pessoas neurodivergentes e à sociedade em geral, como a legislação vigente, as tecnologias assistivas e mitos e verdades acerca da inclusão. Além disso, descreve as principais demandas e respostas para a viabilidade das ações de inclusão, servindo como orientação para empresas, empregadores, líderes, gestores, colegas de trabalho e familiares.

Participaram da redação da cartilha a SEDPcD, a SOBRATT, a Consolidar Diversidade nos Negócios e Jorgete Lemos Pesquisas e Serviços Ltda. Para acessá-la, clique aqui.